
Tem gente que convive com um sinal no rosto há anos e só percebe o quanto ele incomoda quando aparece numa foto, numa maquiagem que “não assenta”, ou no reflexo do espelho em um dia mais crítico. Às vezes é um pontinho discreto; às vezes, uma pinta mais evidente que vira assunto em toda reunião de família. E, em muitos casos, o desconforto não é só estético: é o medo silencioso de “mexer e piorar”, de ficar com marca, ou de estar ignorando algo importante.
A boa notícia é que, hoje, existem alternativas minimamente invasivas para tratar lesões benignas selecionadas com tecnologia, incluindo o laser , em protocolos que buscam segurança, precisão e recuperação mais rápida. Mas existe uma regra de ouro: antes de remover, é preciso diagnosticar .
Segundo a American Academy of Dermatology , a maioria dos sinais (nevos) não precisa de tratamento — a remoção costuma ser indicada quando o sinal incomoda, é esteticamente indesejado para uma pessoa ou quando é suspeito . E quando há suspeitas, o caminho é claro: o material deve ser removido e avaliado em laboratório (biópsia), conforme orientação da Clínica Mayo .
Na prática, isso significa que nem todo “sinal” é apenas um detalhe estético. Existe sinal de que é apenas uma marca de pigmento, existe lesão que é verruga, queratose, angioma, e existe lesão que precisa de investigação criteriosa.
Por que a avaliação especializada vem antes de qualquer procedimento
O primeiro passo seguro é a avaliação clínica — e, muitas vezes, com dermatoscopia (exame que amplia a visualização de padrões da consulta). Isso evita dois erros comuns: remover algo que é intencional por suspeita, ou escolher uma técnica específica para o tipo e profundidade da lesão.
Um ponto importante para o público leigo: o laser não é uma escolha quando há suspeita de câncer de pele , porque pode não gerar amostra adequada para análise histopatológica. Em casos suspeitos, a conduta tende a ser a remoção com técnica detalhada para permitir o diagnóstico.
Para ajudar na triagem, a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) reforça o critério ABCDE como sinal de alerta para melanoma: Assimetria, Bordas irregulares, Cor variada, Diâmetro (geralmente acima de 6 mm) e Evolução (mudança ao longo do tempo). Se um sinal mudou, coça, sangra, cresce rápido, tem várias cores ou “não parece com os outros”, isso exige avaliação médica antes de qualquer plano estético.
Quando a remoção com laser pode ser considerada
Em linhas gerais, o laser pode ser considerado para lesões benignas selecionadas, especialmente as mais superficiais, quando a avaliação médica confirma o baixo risco e a indicação técnica. O objetivo é atuar com precisão na área tratada, reduzindo dano ao tecido ao redor e, em muitos casos, favorecendo uma recuperação mais rápida.
Na Concept Clinic, a proposta é unir tecnologia e critério médico: cada paciente passa por avaliação individual, e a indicação considera localização (rosto é uma área delicada), tipo de lesão, cor da pele, histórico de cicatrização e rotina de exposição solar.
“Remover um sinal com segurança começa antes do laser: começa com diagnóstico e planejamento. Nem tudo que parece ‘só uma pinta’ deve ser tratado como estética. Por isso, eu sempre reforço: primeiro avaliamos, depois escolhemos a técnica mais adequada para aquele caso”, explica o médico responsável da Concept Clinic, Dr. Sérgio Adrianny.
Como costuma ser o procedimento e a recuperação
Quando indicado, o procedimento costuma ser feito em consultório, com protocolos de assepsia e conforto. Em muitos casos, é rápido e sem cortes, com foco em mínima invasividade — mas sempre respeitando a necessidade clínica. Pode haver vermelhidão, sensibilidade local e formação de uma “casquinha” no processo de cicatrização, variando de pessoa para pessoa.
A recuperação, em geral, depende do tamanho e do tipo de lesão, além dos cuidados no pós. Dois pontos costumam fazer diferença real no resultado: não manipular a área e proteger do sol. Exposição solar inadequada pode aumentar risco de manchas pós-inflamatórias, especialmente em peles mais pigmentadas.
“Eu gosto de alinhar expectativa com realidade. A tecnologia ajuda muito, mas o pós-procedimento é parte do tratamento. Com orientação certa e acompanhamento, a tendência é o paciente voltar à rotina em pouco tempo, respeitando os cuidados com a pele”, reforça o Dr. Sérgio Adrianny.
Riscos, limites e o que é importante saber (sem promessas irreais)
Como qualquer procedimento na pele, há riscos possíveis: alteração de pigmentação, sensibilidade, necessidade de mais de uma sessão em alguns casos, e risco de marcas dependendo da resposta individual. Por isso, a avaliação não é “burocracia”: é o que definir se o laser é o melhor caminho — ou se outra técnica (inclusive com biópsia) é mais segura.
Além disso, instituições como o Instituto Nacional do Câncer (NCI) lembram que nem todo melanoma nasce de uma pinta antiga, e que a decisão de remover preventivamente as manchas comuns geralmente não é recomendada sem indicação — a remoção costuma ser voltada para lesões que mudaram, são novas e suspeitas, ou têm características preocupantes.
Em outras palavras: remover por autoestima é legítimo quando é seguro; remover por segurança é obrigatório quando há suspeita — e são coisas diferentes.
Avaliação na Concept Clinic – São Luís – MA
Se você tem um sinal de que seu rosto está incomodado há anos, ou se você observa mudanças recentes e quer tranquilidade, o caminho mais responsável é avaliar com um especialista . A Concept Clinic , em São Luís, oferece avaliação individualizada e, quando indicado, remoção com laser em protocolo minimamente invasivo, com orientação de cuidados e acompanhamento.
Agende sua avaliação na Concept Clinic e entenda, com claro, o que é , se é benigno e qual é a melhor forma de tratar — com foco em segurança, resultado e naturalidade.